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  • Writer's pictureGiovanna Germano

Autenticidade acima das tendências? Entenda o que está por trás do novo álbum da Beyoncé.



Beyoncé inovou com o seu novo álbum Renaissance, indo contra a tendência atual da indústria da música e do marketing de produzir conteúdo pensando no comportamento das mídias digitais.


Com divulgação através de uma carta aberta aos fãs, a inspiração para o álbum de 16 faixas tem mesclas de disco e house "A criação desse álbum me deu um lugar para sonhar e encontrar uma fuga durante um período assustador para o mundo. O álbum fez com que eu me sentisse livre e aventureira em um tempo em que havia pouco movimento. Minha intenção era criar um lugar seguro, sem julgamento. Um lugar livre de perfeccionismo e pensamento excessivo. Um local para gritar, soltar, sentir liberdade. Foi uma bela jornada de exploração” relata Beyoncé.


O depoimento mostra como a artista norte-americana priorizou a sua autenticidade. Ainda assim, ela não deixou de lado estratégias para a divulgação.


As quatro etapas de divulgação:


1º Apagou a foto de perfil

A cantora apagou sua foto da bio do Instagram, gerando assim, maior curiosidade aos fãs.

2º Mudança na bio

Beyoncé optou por modificar a bio do instagram, o que começou especulações sobre o novo álbum.


3º Vogue Inglesa

Com um ensaio exclusivo à revista, a cantora revelou pistas sobre o novo projeto.


4º Surpresa

Lançou de surpresa a música “Break My Soul”, incluída no álbum.


“Geração dos 15 segundos”


As gravadoras vêm pressionando artistas a criar músicas visando TikTok, apesar disso, as cantoras Halsey e Charli XCX já reclamaram dessa estratégia, por condicionar a música ao gosto das redes sociais para agradar a "geração dos 15 segundos" que gosta de consumir conteúdos rápidos.


Mas a lição que o álbum Renaissance leva ao marketing é que vale mais criar produtos originais, do que seguir tendências passageiras do TikTok.

A cantora, no entanto, não dispensou o uso da plataforma, e disponibilizou todo o seu catálogo na rede, só que sem perder a sua identidade.


E você leitor da TAG o que achou dessa estratégia?


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